São Paulo ganha confeitaria vegana por delivery

A recém-tornada confeiteira Natália Prieto deu início neste mês às atividades da Vovó Vegana, serviço de delivery dedicado a bolos, cupcakes, pães de melado, doces de festa e outros quitutes veganos sob encomenda e entregue em toda a capital paulista por uma taxa fixa de R$ 10.

Com a pretensão de incentivar o veganismo, a assessora de imprensa teve a ideia de empreender na última Páscoa, quando amigas alegaram que era muito difícil comprar um ovo de chocolate que fosse livre de ingredientes de origem animal (ela é vegana).

“Notei que havia um público que precisava ser atendido. A oportunidade de trabalhar com algo que amo e em que acredito me fez ir atrás de pesquisas e técnicas sobre culinária vegana”, conta.

Os preços vão de R$ 4,50 (unidade do pão de melado, que, segundo Natália, é o que vem sendo mais procurado) a R$ 120 (caixa com vinho, taças, trufas, pães de melado, docinhos em copo e espetinhos de ova com chocolate).

Os pequenos bolos custam R$ 6 (cupcake de paçoca com chocolate, de prestígio, floresta negra ou merengue de morango) ou R$ 6,50 (cupcake de floresta negra), e os grandes saem por cerca de R$ 16,50 (coco, laranja, limão, maracujá ou cenoura). Bolos decorados são vendidos por R$ 65 o quilo (abacaxi, bem-casado, brigadeiro, chocolate com morango, chocolate trufado, floresta negra, maracujá, morango e pêssego).

Outras confeitarias sob encomenda que atuam em São Paulo são a Chubby Vegan e a Vegan Cakes. No Rio, há o Empório Vegan; em Curitiba, a NutriVeg; em Brasília, a Cannelle; em Campinas, a VegVida; em Araraquara (SP) e região, o Forno Vegano.

Durante um período de um ano e meio de experimentações, Natália se dedicou a recriar receitas nacionais e de outras partes do mundo que ainda não havia provado. “A ideia é que as pessoas consumam os doces e tenham a sensação de estar comendo algo fresco e carinhosamente preparado, como são os doces feitos pelas avós”, diz.

O próximo passo é abrir um ponto físico. “Se as coisas saírem dentro do previsto, e a demanda continuar crescendo, acredito que em dois anos já teremos um ponto comercial.”

(Originalmente publicado no domínio da Folha, em 26/08/2015)

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